A conectividade inteligente deixa de ser coadjuvante. Mercado global de IoT deve saltar de US$ 960 bilhões para US$ 1,8 trilhão até 2028
Enquanto empresas buscam crescer com menos margem para erro, a conectividade inteligente deixa de ser coadjuvante e passa a ocupar papel central nas estratégias de negócio. O mercado global de Internet das Coisas (IoT) deve quase dobrar até 2028, passando de cerca de US$ 960 bilhões em 2023 para aproximadamente US$ 1,8 trilhão, impulsionado pela digitalização dos processos, pela expansão do 5G e pela integração com inteligência artificial.
No Brasil, onde desafios como produtividade, controle operacional e eficiência de custos ainda limitam o desempenho de diversos setores, a adoção de soluções baseadas em IoT vem ganhando força.
Indústria, logística, agronegócio, energia e varejo já utilizam sensores conectados, automação e monitoramento em tempo real para reduzir desperdícios, aumentar a previsibilidade das operações e apoiar decisões estratégicas.

Para Igor Sigiani, Diretor Presidente da Coopercompany, primeira cooperativa do Brasil do ramo de infraestrutura com foco em telecom, tecnologia e energia, a conectividade deixou de ser apenas uma questão de infraestrutura tecnológica e passou a ser um ativo estratégico.
“A discussão não é mais se as empresas devem investir em IoT, mas quando e como fazer isso de forma inteligente. Em um cenário de pressão por eficiência, operar sem dados confiáveis significa perder competitividade e aumentar riscos”, afirma.
Estudos de mercado indicam que empresas que adotam soluções de IoT conseguem ganhos relevantes em eficiência operacional, redução de custos e melhor gestão de ativos.
No contexto brasileiro, a tecnologia também se destaca como ferramenta para enfrentar gargalos históricos, como falhas de processos, baixa integração entre sistemas e dificuldade de escalar operações com controle.
Segundo Sigiani, o diferencial competitivo está na capacidade de transformar dados em ação. “Conectividade inteligente não é conectar tudo indiscriminadamente. É usar dados para antecipar problemas, tomar decisões mais rápidas e sustentar o crescimento. As empresas que fazem essa transição deixam de reagir ao mercado e passam a se antecipar”, destaca.
Com a evolução das redes de conectividade, a redução do custo dos dispositivos e a maior maturidade digital das empresas, a expectativa é que o uso de IoT avance de forma acelerada no país, consolidando a conectividade inteligente como um dos pilares da competitividade, da inovação e da eficiência operacional nos próximos anos.
Sobre a Coopercompany
A Coopercompany é uma cooperativa de infraestrutura que oferece benefícios de energia, telefonia, internet banda larga, passe livre em pedágios e estacionamentos, monitoramento e rastreamento veicular, central de relacionamento dedicada a segurados, corretoras e seguradoras. A força da intercooperação é um dos pilares que fazem a cooperativa crescer exponencialmente, buscando sempre parcerias estratégicas que impulsionam o desenvolvimento de cooperativas, associações e instituições em diversas regiões do país.
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