A chamada Lei Felca surge como resposta a uma preocupação cada vez mais urgente: a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais
A internet nunca foi pensada para ter idade. Mas agora, ela precisa ter.
A chamada Lei Felca surge como resposta a uma preocupação cada vez mais urgente: a proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. Com o aumento do acesso precoce a plataformas, conteúdos sensíveis e interações online, cresce também a pressão por responsabilidade das empresas que operam nesses espaços. E o recado é claro: não basta mais declarar uma idade , é preciso comprovar.
O que está por trás da Lei Felca
A proposta da Lei Felca é estabelecer regras mais rígidas para garantir que menores de idade não acessem conteúdos ou serviços inadequados.
Na prática, isso significa exigir das plataformas:
- Mecanismos reais de verificação de idade
- Maior controle sobre quem acessa determinados conteúdos
- Responsabilidade sobre falhas nesses processos
A lógica muda completamente:
Antes, a confiança estava no usuário, por meio do botão “tenho mais de 18 anos e quero continuar”. Agora, a responsabilidade passa a ser da plataforma.
O desafio: validar sem invadir
Se por um lado a exigência é necessária, por outro ela traz um dilema importante:
Como validar a idade sem comprometer a experiência do usuário e a privacidade dos dados? Esse é o ponto onde muitas empresas tendem a errar. Soluções simples demais podem ser facilmente burladas. Soluções complexas demais podem gerar fricção, abandono e até riscos legais relacionados à proteção de dados. Ou seja, não se trata apenas de validar idade, mas de fazer isso com equilíbrio, segurança e inteligência.
Um cenário onde a fraude também evolui
Assim como em outros contextos digitais, qualquer nova regra abre espaço para tentativas de burla.
Já existem movimentos como:
- Uso de dados de terceiros
- Perfis manipulados
- Tentativas de contornar validações básicas
Isso reforça um ponto crítico: é necessário ter uma verificação confiável.
O impacto para empresas
A Lei Felca exige adaptação técnica, mas principalmente mudança de postura.
Empresas que ignorarem esse movimento podem enfrentar:
- Riscos jurídicos
- Danos à reputação
- Perda de confiança do público
Por outro lado, quem se antecipa consegue transformar obrigação em posicionamento:
- Compromisso real com segurança digital
- Experiência mais confiável para o usuário
- Diferenciação em um mercado cada vez mais regulado
O papel da tecnologia e da Bry nesse novo cenário
Garantir a verificação de idade de forma segura, auditável e escalável exige mais do que soluções isoladas.
É necessário estruturar uma camada de confiança digital, capaz de registrar, validar e dar respaldo jurídico às interações realizadas.
A Bry atua nesse contexto oferecendo tecnologias que sustentam processos digitais seguros, com validade jurídica e rastreabilidade, como assinaturas eletrônicas e carimbo do tempo.
Em um cenário onde a proteção de menores de idade se torna prioridade, a tecnologia deixa de ser apenas operacional. Ela passa a ser parte da responsabilidade.
Sobre a Bry

Há mais de 24 anos, construímos confiança através da tecnologia. Somos a Bry, uma trust tech que faz parte do grupo Certifica&Co e atua no desenvolvimento de soluções seguras para assinaturas digitais, certificação eletrônica, integração de APIs e formalização digital de documentos. Ajudamos empresas e instituições públicas a digitalizarem seus processos com segurança, eficiência e validade jurídica.
Mais do que provedores de tecnologia, somos parceiros na transformação digital com confiança. Nosso foco é unir inovação, performance e conformidade para que o digital seja um ambiente seguro, ágil e acessível para todos.
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