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Symantec e Patricia Peck Advogados falam sobre “O Amadorismo no Combate ao Cibercrime”

Symantec e Patricia Peck Advogados falam sobre “O Amadorismo no Combate ao Cibercrime”

28/03/2018

Spotlight

Crypto ID, ATID e AARB conversam com Deputado João Campos sobre a Lei 14.063/20

Entrevistamos o Deputado João Campos, um dos principais protagonistas da

08/10/2020

Primeiro Documento Eletrônico assinado entre dois Países foi emitido em 2 de outubro de 2020

A possibilidade de acordos internacionais serem assinados por meio de documentos eletrônicos com reconhecimento mútuo entre os países é uma prerrogativa dos documentos que utilizam certificados digitais emitidos por PKIs.

05/10/2020

Presidentes da ATID e AARB são entrevistados sobre a Lei 14.063/2020

A entrevista trata dos três tipos de assinaturas eletrônicas criada pela Lei 14063/2020, também aborda a questão da videoconferência e muito mais. Confira!

01/10/2020

A Lei 14.063/2020 reconhece o valor das assinaturas digitais e faz a distinção entre assinaturas avançadas e qualificadas

A aplicação da Lei 14.063/2020 está direcionada à comunicação com entes públicos, mas é um passo importante para a consolidação da identificação digital no mercado brasileiro para o relacionamento de empresas privadas e suas comunidades.

30/09/2020

O cryptojacking se torna uma das principais ferramentas dos hackers, sinalizando uma grande ameaça à segurança cibernética e pessoal

“O cryptojacking é uma ameaça crescente à segurança cibernética e pessoal”, disse Mike Fey, presidente e COO da Symantec.

26/03/2018

Na manhã desta terça -feira 27/03, a Symantec apresentou os números sobre ameaças e ataques no Brasil e América Latina que integram a 23ª edição do Internet Security Threat Report, relatório anual elaborado pela empresa.

Vladimir Amarante, diretor de engenharia da Symantec Latam

“Foram mais de seis meses de análise em 157 países para chegar a esse resultado que reforça a importância das boas práticas de segurança, especialmente nos dispositivos móveis”, explica Vladimir Amarante, diretor de engenharia da Symantec Latam.

Pelo levantamento, o Brasil é o sétimo país que mais gerou ciberataques no mundo em 2017, com 3.39% dos ataques globais, índice que o deixa na liderança do ranking na América Latina. Também somos o terceiro país com mais spam no mundo, o quarto com maior número de bots e o sétimo em ataques ransomware e criptomineradores.

Na avaliação da Dra. Patricia Peck Pinheiro, advogada convidada para comentar os dados do estudo, isso mostra como ainda somos um país amador no combate ao cibercrime.

“São dois fatores que contribuem bastante para este cenário: primeiro a impunidade desses criminosos, já que apesar das leis nacionais ainda há muita dificuldade para aplicar o flagrante digital; e o fator comportamental, pois muitos usuários são omissos, e além de baixar conteúdos duvidosos, não fazem atualizações de segurança”, afirma a sócia-fundadora do Patricia Peck Pinheiro Advogados.

Patricia Peck Pinheiro

 

A advogada também alerta que muitas empresas que não fazem programas preventivos e nem possuem plano de ação na área de Segurança da Informação, e apesar de constar no Marco Civil da Internet “o dever constitucional do Estado na prestação da educação (…) para o uso seguro, consciente e responsável da internet como ferramenta para o exercício da cidadania”, não vemos campanha pública para aplicar e desenvolver essa conscientização.

“Com toda certeza o brasileiro do lado do crime é mais criativo, e do lado da vítima acaba sendo muito inocente e negligente com segurança. Normalmente somos vítimas do crime de invasão a partir de com cupons e apps falsos, do sequestro dos dados, e agora do ataque ao espaço de processamento ocioso das máquinas”, explica a Dra. Patricia, que se refere ao aumento de 8.500% em 2017 do chamado cryptojacking.

Apesar da posição de destaque do Brasil em termos de ataque, alguns tipos de ameaça diminuíram em 2017 em relação ao ano anterior. É o caso do malware, em que o país caiu 7 posições e agora ocupa a 13ª colocação no ranking global, e a 8ª posição em ataques de redes, ante o 2º lugar em 2016.

 

 

Acesse AQUI os dados completos referente ao Brasil.

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