Últimas notícias

Fique informado

Privacidade dos dados: desafio para instituições financeiras

18/05/2018

Spotlight

A sanção da Lei 14.063 de 2020, segundo agência Senado.

A nova lei cria dois novos tipos de assinatura eletrônica em comunicações com entes públicos e em questões de saúde: simples e avançada.

25/09/2020

Lei Geral de Proteção de Dados Brasileira – LGPD começa a valer

Começa a valer nesta sexta 18 de setembro de 2020 conforme o texto aprovado pelo Senado .

18/09/2020

Como gerenciar Identidades Digitais em empresas públicas e privadas? Ouça

Sobre como gerenciar eIDs, conversamos com Luís Correia – Business Development da AET EUROPE, empresa global na área de soluções de segurança digital.

02/09/2020

Fintech View apresenta pesquisa inédita sobre o perfil de clientes de bancos digitais

Cerca de 70% dos entrevistados afirmaram que deixariam de usar um banco digital caso não se sentissem seguros.

17/05/2018

Instituições reguladas pelo Banco Central deverão implementar política de segurança cibernética

No último dia 26 de abril o Banco Central determinou, por meio da Resolução nº 4.658, a obrigatoriedade da implementação de políticas de segurança cibernética por instituições financeiras e instituições de pagamento. Artigo escrito por Fialdini Advogados

17/05/2018

Banco Central aprova regulamentação das fintechs no País

“Agora, com as Resoluções nº 4.656 e nº 4.657, está regulamentada a atuação de empresas que usam tecnologia de forma intensiva na oferta de produtos e serviços financeiros no mercado de crédito, conferindo maior segurança jurídica a essas operações e criando condições para a redução do custo do crédito”. Dra Patricia Peck Pinheiro

03/05/2018

Ao serem questionados sobre seus principais ativos, os presidentes de instituições financeiras provavelmente elegeriam os dados como um dos itens no topo da lista, incluindo nessa categoria as informações dos negócios, dos clientes e das transações

Por Antonio João Filho, Diretor Executivo Comercial da Embratel para Mercado Financeiro

Além de insumo para a estruturação das operações das organizações, esses dados são a base e a garantia para a manutenção do modelo de negócios do segmento, bem como para sua evolução.

Com o grande fluxo de transações financeiras, já amplamente realizadas por meios eletrônicos, a segurança e a privacidade dos dados tornaram-se um grande desafio para os de líderes de bancos, seguradoras e empresas de crédito.

Os casos recentes de vazamento de informações de usuários de serviços de importantes empresas ganharam repercussão mundial e causaram grande impacto financeiro e de reputação para diversas marcas. A exposição da falta de privacidade dos clientes gerou campanhas mundiais de boicote às companhias, que imediatamente registraram queda nas ações na bolsa de valores. Imagine, então, qual seria o impacto do vazamento de dados em instituições financeiras vítimas de cibercriminosos. É fácil deduzir: colocaria em risco o futuro das empresas, com perdas imensuráveis. Um simples vazamento de senhas de correntistas, sejam pessoas físicas ou jurídicas, pode resultar no roubo de milhões de reais em poucos minutos.

Apesar de ter voltado à tona nas manchetes recentemente, a discussão em torno da privacidade dos dados não é novidade. Segundo estudos sobre o tema, a preocupação com o sigilo das informações foi a responsável por impulsionar os gastos com segurança digital no ambiente corporativo nos últimos três anos. Entre as soluções que receberam mais aporte estão ferramentas de segurança de dados e de gerenciamento de acesso. Só com essa última solução, serão gastos mais de US$ 4,5 bilhões em 2018, segundo o Gartner. Nesse cenário, os bancos, sempre pioneiros no quesito tecnologia, terão uma grande participação nos investimentos e na mudança de cultura do mercado brasileiro para investir mais em prevenir do que em remediar. Sem dúvida, esse modelo deve ser seguido por várias empresas nos próximos anos.

Além da criação de rígidas leis nos Estados Unidos, China e em países da Europa nos últimos anos, outra mudança também amplia a atenção para a segurança de dados do setor financeiro: a transformação digital. Se antes íamos ao caixa do banco para pagar contas e resolver questões pendentes, hoje conseguimos fazer todas as atividades financeiras pela tela do computador, tablet e, principalmente, por smartphone, que já são os principais canais de acesso a transações bancárias.

O setor bancário brasileiro tem liderado os investimentos em inovação, superando a faixa dos R$ 18 bilhões ao ano para atender a um consumidor cada vez mais digital e preocupado com a conveniência e segurança dos ambientes online para transações eletrônicas. A tendência é que parte desse montante seja direcionado para nossas soluções que ajudem na proteção dos negócios, uma vez que um ataque cibernético poderá impactar de forma definitiva os negócios. Empresas de diversos segmentos seguirão também esse caminho traçado pelas instituições financeiras. Estudos globais indicam que mais de 60% das organizações irão destinar grande parte do orçamento de TI para aquisição de múltiplas ferramentas de segurança de dados, tais como testes contínuos de vulnerabilidade, prevenção de perda de dados e criptografia.

Para atender à crescente demanda por segurança, é importante que instituições financeiras trabalhem com tecnologias com características preditivas, que consigam identificar previamente possíveis ameaças, monitorando o que acontece no tráfego da rede e detectando, inclusive, movimentos na Deep Web e Dark Web. Soluções com essa capacidade controlam eventuais vazamentos de dados, uma vez que qualquer movimento indevido é imediatamente reportado para as empresas, que também são orientadas sobre as melhores estratégias de defesa para se protegerem das ameaças.

Olhar para dentro da sua própria infraestrutura é outro exercício obrigatório para as organizações financeiras. Ferramentas de avaliação de vulnerabilidade permitem, entre outros pontos, conhecer o grau de visibilidade de um usuário interno na rede corporativa e os possíveis danos que podem ser causados no caso de acesso aos dados pessoais dos clientes, por exemplo. Soluções como essas, fornecidas por companhias com expertise e excelência na oferta de sistemas de TI, são capazes de mitigar ataques e impedir que os sistemas das empresas se tornem indisponíveis diante de tentativas de roubo de dados.

Não basta instalar uma ferramenta hoje e utilizar a mesma por anos. É importante ter em mente que as ameaças evoluem e podem ficar mais sofisticadas, encontrando novas brechas nos sistemas. Por isso, o trabalho de segurança e proteção de dados precisa ser feito de forma contínua, com apoio de parceiros tecnológicos experientes. Com serviços especializados, é possível proteger informações e a infraestrutura, permitindo que os bancos e toda a cadeia do setor financeiro se dediquem aos seus negócios. Na era digital, dados valem ouro.

Leia Também…

Instituições reguladas pelo Banco Central deverão implementar política de segurança cibernética

Banco Central aprova regulamentação das fintechs no País

Fintech View apresenta pesquisa inédita sobre o perfil de clientes de bancos digitais

 

  Acesse nossa coluna sobre Mercado Financeiro. É bem interessante, você vai gostar!

 

 

 

Nenhum comentário até agora

Ir para a discussão

Nenhum comentário ainda!

Você pose ser o primeiro a iniciar a discussão.

<