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Telemedicina contribuiu para aumento de ciberataques na saúde

8 de março de 2021

Spotlight

Facebook fala sobre o incidente de 4 de outubro

“Agora que nossas plataformas estão funcionando normalmente após a interrupção de 4 de outubro achei que valeria a pena compartilhar,”Santosh Janardhan.

6 de outubro de 2021

Let’s Encrypt root cert update catches out many big-name tech firms

A legacy certificate used by the certificate authority – the IdentTrust DST Root CA X3 – expired on September 30.

6 de outubro de 2021

Zero Trust e viagens pós-COVID ocupam o centro das atenções no Identity Week 2021

Identity Week 2021 será realizado de 22 a 23 de setembro de 2021 em Londres e reúne as mentes mais brilhantes do setor de identidades.

27 de setembro de 2021

Especialista explica que a rápida implementação de sistemas para atendimentos remotos não possui segurança suficiente

Com o período de quarentena imposto pela pandemia do novo coronavírus, alternativas foram surgindo para que as pessoas mantivessem suas rotinas de forma segura e evitando aglomerações.

Entre as adaptações, a telemedicina ganhou espaço e, consequentemente, os ataques cibernéticos. A combinação de dados confidenciais em dispositivos médicos desatualizados, antigos e conectados à internet é altamente atraente para hackers de todos os tipos.

Augusto Schmoisman – Especialista em defesa cibernética corporativa, militar, aeroespacial e CEO da Citadel Brasil

“A área da saúde teve a necessidade de uma implementação rápida de sistemas para atendimentos remotos. Porém, em muitos casos, não houve a atenção necessária quanto à segurança das informações, tornando o setor um dos mais ameaçados do mundo por cibercriminosos”, diz Augusto Schmoisman, especialista em defesa cibernética corporativa, militar, aeroespacial e CEO da Citadel Brasil.

Ataques de ransomware, nos quais o criminoso exige uma quantia como forma de “regaste”, tem sido a principal ameaça do setor.

Assim como aconteceu com o laboratório brasileiro Grupo Meddi que só tomou conhecimento do ataque em andamento na deep web após apuração do portal Tecnoblog que entrou em contato para saber mais sobre a ameaça de vazamento de dados financeiros, informações de médicos e pacientes.

Em abril do ano passado, foi registrado o maior ciberataque ransomware à empresa americana Magellan Health e oito organizações de saúde relacionadas, afetando 365 mil registros de pacientes.

Já o provedor de nuvem Blackbaud, que atende a muitas organizações da saúde, também foi alvo, tendo mais de 10 milhões de informações roubadas. Em Paris, um arquivo com dados de cerca de meio milhão de pessoas estava circulando na internet há dias, contendo informações sobre o estado de saúde dos pacientes.

O especialista explica que, além de equipamentos antigos e sistemas incorporados que não podem ser atualizados, há pontos críticos que requerem atenção especial, “mas, muitos países, incluindo o Brasil, não estão preparados tecnologicamente e não entendem, profundamente, os riscos destes tipos de vazamentos e as medidas necessárias para bloquear roubos de informações.”

É importante que as empresas entendam e estejam cientes dos reais riscos e vulnerabilidades para fazer previsões corretas e evitar grandes problemas futuros. A mudança para o gerenciamento das informações na nuvem, por exemplo, pode ser uma solução eficaz. Estar amparados por um time muito profissional, desde a arquitetura do sistema até o monitoramento é primordial.”

Na maioria dos casos, contratar profissionais externos para fornecer suporte, consultoria e inteligência cibernética, principalmente com muita experiência internacional (se possível com nível cyber-militar), para responder aos ataques mais direcionados, já que estão mais no foco da tempestade”, finaliza Augusto Schmoisman.

Telemedicina segura: foco na digitalização e na mudança cultural

A LGPD e a Proteção de Dados em Sistemas de Informação em Saúde e Telemedicina. Por Renato Sabbatini

Segundo Augusto Schmoisman, saída da Ford alerta sobre a precariedade tecnológica dos negócios no Brasil

Falta de segurança de dados pode causar danos financeiros e judiciais inimagináveis

Carlos Borella, CEO da Safeway alerta de que é hora de dimensionar seu time de segurança

Sobre o Augusto Schmoisman

Com mais de 20 anos de experiência, Augusto Schmoisman é especialista em defesa cibernética corporativa, militar, aeroespacial e CEO da Citadel Brasil, responsável pela mais alta e sofisticada tecnologia 360 graus em segurança cibernética.

Telemedicina avança com a pandemia e chega até UTIs

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