Com prazo de adequação às novas regras do Banco Central já iniciado, especialista destaca importância da gestão centralizada de identidades digitais no setor bancário
A Redtrust, empresa especializada em gestão de certificados digitais integrante grupo Keyfactor, estará presente no Febraban SEC 2026 , no estande 27, que acontece nos dias 18 e 19 de março, das 9h às 18h.
O evento receberá a Felaban – Federação Latino-Americana de Bancos, que realizará em conjunto o Congresso Latino-Americano de Segurança Bancária (CELAES), em sua 41ª edição, reunindo especialistas internacionais para apresentação de estudos, tendências e melhores práticas em segurança cibernética financeira.
A participação da Redtrust acontece em um momento crítico para as instituições financeiras brasileiras: desde 1º de março, as novas regras do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) sobre segurança cibernética já estão em vigor.
Os incidentes cibernéticos reportados a instituições financeiras em 2025 têm sido os mais altos desde que o BC começou o monitoramento, superando os números de 2023 e 2024. Nesse contexto, falhas na gestão de identidades digitais, em especial no uso de certificados digitais, ampliam ainda mais a superfície de risco para as companhias.
Diferentemente do cenário europeu, onde praticamente todas as grandes instituições já adotam sistemas centralizados e robustos de controle de certificados digitas, alguns bancos brasileiros ainda mantêm práticas mais frágeis, que podem expor suas operações a fraudes e falhas de segurança.

Fabrina Souza, Sales Account Specialist da Redtrust, lembra que o certificado digital tem validade jurídica, porém, quando fica armazenado na máquina de um usuário ou é gerenciado por meio de procurações, qualquer colaborador com acesso pode executar ações em nome da instituição ou de um diretor.
“Isso representa um alto risco, especialmente para o setor bancário”, alerta. “Independentemente do porte da empresa, a gestão centralizada, auditável e que permita rastreabilidade é essencial”, enfatiza.
Dados de cibersegurança no ambiente financeiro
Segundo o Relatório de Estabilidade Financeira (REF), houve um aumento de 180% no número de ciberataques ao setor financeiro nos últimos anos.
O relatório traz a evolução na quantidade de incidentes reportados por bancos e outros players do setor ao regulador ao longo dos últimos anos, onde o maior crescimento vem sendo observado de 2023 para cá.
Além desses dados, outros números revelam um panorama de atenção para os bancos do Brasil:
- A média é de 1.170 ataques cibernéticos por semana no setor financeiro no Brasil.
- 26% da receita do mercado de cibersegurança no Brasil em 2025 veio do setor financeiro.
- 61% das detecções de trojans bancários na América Latina em 2024 foram no Brasil.
“A ausência de uma gestão estruturada dos certificados digitais pode expor as instituições a riscos como uso indevido de credenciais, expiração não monitorada, falhas de autenticação e fraudes, resultando em impactos operacionais, financeiros e reputacionais”, pontua Fabrina.
Experiência consolidada em grandes bancos europeus
Na Europa, em especial na Espanha, a Redtrust é detentora dos serviços de gestão de certificados digitais de grandes instituições financeiras, como Santander, CaixaBank, Bankinter, Abanca e Unicaja, entre outros.
“Temos observado diferenças entre as práticas de segurança relacionadas ao uso de certificados digitais na Europa e no Brasil. Enquanto o mercado europeu já consolidou a importância de uma gestão centralizada desses ativos, o Brasil vem avançando e seguindo essa mesma trajetória”, afirma Fabrina Souza.
100% de rastreabilidade e controle
Segundo Fabrina, a Redtrust oferece uma plataforma de gestão centralizada que armazena certificados de forma criptografada e sob total controle da empresa. “Com a nossa solução, é a organização que decide quem, como, onde e para que utilizará cada certificado, tendo 100% de rastreabilidade”, completa.
A solução está disponível em modelos cloud, cloud MSP e virtual, com contratação de acordo com número de certificados ou de usuários.
Para Fabrina, empresas que adotam a gestão centralizada de identidade digital ganham mais do que segurança: “Elas conquistam confiança nas operações, evitam perdas financeiras, reduzem riscos jurídicos e se adequam às novas regulamentações”.
Serviço
Evento: Febraban SEC 2026
Data: 18 e 19 de março de 2026
Horário: das 9h às 18h
Local: Transamerica Expo Center – São Paulo (SP)
Estande: 27 – Redtrust
Durante o evento, a Redtrust apresentará suas soluções de gestão centralizada de certificados digitais, voltadas à segurança das identidades digitais corporativas, rastreabilidade das operações e conformidade com as novas regras de segurança cibernética do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional para instituições financeiras.
Sobre a Redtrust

A Redtrust, empresa do grupo Keyfactor, é a solução escolhida pelas empresas para gerenciar e controlar sua identidade digital.
O armazenamento dos certificados digitais em um gestor especializado garante segurança, tanto ao autenticar-se para realizar trâmites online com outras entidades e organismos públicos, quanto para assinar digitalmente documentos e comunicações. Mais de 1.500 empresas, nos mais diversos setores como financeiro, energético, agronegócio e construção, confiam na Redtrust para uma gestão centralizada de seus certificados digitais, com os mecanismos necessários de controle sobre seus usos e ciclo de vida. A proteção dos certificados é assegurada ao serem armazenados em um servidor cifrado, único e independente.
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