Durante o Mobile World Congress 2026, a Oracle redefine o negócio principal das operadoras ao apresentá-las como verdadeiras fábricas de IA
A indústria de telecomunicações enfrenta um aumento sustentado no tráfego de dados, demandas regulatórias crescentes e uma demanda crescente por serviços digitais corporativos. Portanto, a nova fase é se tornar as Fábricas de IA.
A PwC estima que o consumo global de dados aumentará de 3,4 milhões de petabytes em 2022 para 9,7 milhões em 2027. A IDC projeta que as receitas globais de software de infraestrutura de nuvem das operadoras de telecomunicações crescerão de US$ 12,9 bilhões em 2022 para US$ 27,3 bilhões em 2027. Da mesma forma, a Statista estima que o mercado de inteligência artificial na América Latina crescerá em média 27% ao ano entre 2025 e 2030.
Nesse contexto, a Oracle apresentou sua estratégia sob o conceito “IA Muda Tudo para a Operadora Autônoma” no Mobile World Congress, com foco na integração de inteligência artificial em redes, operações, experiência do cliente e serviços digitais corporativos.
Para os operadores modernos, a Inteligência Artificial não é mais uma ferramenta periférica, mas está no cerne de sua estratégia de crescimento, especialmente em sua mudança decisiva para o segmento B2B. Como aponta Ángel Alija, SVP de Telecomunicações da Oracle Latin America, essa metamorfose permite que as operadoras não apenas modernizem suas operações internas, mas também capturem oportunidades de negócios que antes eram inalcançáveis:

“Inteligência artificial, nuvem distribuída e automação permitem que modernizem operações, melhorem a eficiência e desenvolvam novos serviços empresariais. Nesse novo cenário, a conectividade é apenas o primeiro passo; o verdadeiro valor aparece quando as operadoras se transformam em plataformas de inovação, integrando inteligência e agilidade em cada processo de negócios para liderar o mercado B2B.”
A verdade é que o modelo operacional tradicional enfrenta limitações associadas a sistemas fragmentados, altos tempos de resolução de incidentes e maiores requisitos de soberania e governança dos dados. Proteção de informações, conformidade regulatória e gestão do ciclo de vida dos serviços de IA são fatores críticos em ambientes regulados.
No epicentro da MWC, a Oracle redesenhou o mapa estratégico dos operadores ao propor sua transformação em autênticas “fábricas de IA” por meio de um modelo soberano de IA. A proposta da Oracle combina IA soberana, automação e arquitetura de nuvem distribuída, permitindo processamento descentralizado entre regiões on-premises e edge, com baixa latência, isolamento de carga de trabalho e controles de segurança consistentes. Essa abordagem facilita a operação em ambientes regulatórios exigentes e apoia a implantação de serviços empresariais sob modelos de marca própria.
A empresa introduziu quatro módulos integrados:
- Sovereign AI TechCo Suite (Operações Autônomas): Gestão unificada de inventário, análise automatizada de causa raiz (RCA), gêmeos digitais e redução do tempo médio de reparo (MTTR) sobre infraestrutura de nuvem soberana.
- CX Autônomo Alimentado por IA: Agentes de IA e automação zero-touch para integrar marketing, vendas e suporte, utilizando dados unificados e processos automatizados.
- Comunicações de Voz Habilitadas por IA: Capacidades de IA para comunicações corporativas em ambientes UCaaS e CCaaS, focadas em integração e conformidade regulatória.
- Comunicações Industriais Habilitadas por IA: integração segura entre nuvem distribuída e edge para indústrias críticas. Durante o evento, foi demonstrado um cenário de saúde em tempo real com sincronização de ambulâncias, clínicas e hospitais usando conectividade de baixa latência.
A arquitetura distribuída da Oracle opera em regiões separadas em domínios de nuvem independentes, com padrões consistentes de segurança, desempenho e conformidade. Por meio da Oracle Alloy, os operadores podem se tornar provedores de serviços em nuvem e implementar soluções empresariais sob sua própria marca.
“Até 2028, a autonomia operacional habilitada por IA será um componente central na estratégia das operadoras de telecomunicações”, acrescentou Alija. E concluiu nesse sentido: “A prioridade é implementar tecnologias que melhorem a eficiência, a escalabilidade e a geração de receita.”
A Oracle oferece um portfólio integrado de aplicações, bancos de dados, infraestrutura em nuvem e capacidades de IA, projetadas para apoiar a modernização de redes e o desenvolvimento de serviços empresariais em ambientes regulados.
Sobre a Oracle
A Oracle oferece suítes de aplicações integradas, além de infraestrutura em nuvem segura e flexível, para ajudar as organizações a inovar e operar com confiança.
Oracle, Java, MySQL e NetSuite são marcas registradas da Oracle Corporation. A NetSuite foi a primeira empresa de nuvem, inaugurando a nova era da computação em nuvem.
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