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HIS 2016 | Painel Interoperabilidade: desafios, prática e futuro

HIS 2016 | Painel Interoperabilidade: desafios, prática e futuro

1 de outubro de 2016

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27 de setembro de 2016

Forum do Hospital Innovation Show | HIS 2016

 

Por Luis Gustavo Kiatake | Diretor da E-VAL Saúde

 

Luis Gustavo Kiatake

Luis Gustavo Kiatake | Diretor da E-VAL Saúde

Tive a honra de, no CIO Forum do Hospital Innovation Show | HIS 2016, anunciar o painel “Interoperabilidade: desafios, prática e futuro”, que aconteceu no 2º dia do evento, dia 28/09, composto por integrantes tão qualificados e queridos.

O assunto não é novo. Contudo, também não é realidade. Respondendo à pergunta do Heitor, todos citaram inúmeros exemplos de cases em que há interoperabilidade, mas sempre em ambientes restritos.

Foi interessante notar o consenso em pontos positivos que houve entre os panelistas: interoperabilidade é necessária, o dono da informação é o paciente, não é um diferencial para os prestadores dificultar o compartilhamento, tecnologia já existe. Mas, também em pontos negativos, como a ausência de atuação de uma entidade reguladora de governo ou privada, ou a articulação dos atores do mercado, e de uma plataforma de Registro Pessoal de Saúde estabelecida.

his -2016

Da esquerda para direita, Luis Gustavo Kiatake (SBIS/E-VAL), Teresa Sacchetta (Intersystems), Alexandre Dias de Jesus (Hospital Santa Paula), Paulo Magnus (MV), Leonardo de Almeida (AMIL), Evandro Garcia (Philips) e Heitor Gottberg (FOLKS).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Destaquei a iniciativa do Ministério da Saúde na construção do barramento, do centro de terminologia, do conjunto mínimo de dados e do e-saúde, o RES da Saúde Suplementar preconizado pela ANS, mas nenhuma com uma previsão definida ou realista de concretização.

Trazendo o tema para nosso cotidiano atual e real, acredito que um bom começo seria focar as integrações entre laboratórios, apoio e hospitais. Abrange, sem dúvidas, um conjunto grande de terminologias, mas é uma demanda real, em que há um gasto imenso de recursos e tempo, e um reaproveitamento baixo do esforço de uma integração para outra. Me parece que todas as partes perdem e se desgastam nesse processo.

Segundo Paulo Magnus da MV, o que precisamos é ter coragem de “pular o muro”. Fica o desafio de procuramos o muro mais baixo para começar, e chamarmos a galera para a aventura, afinal, a brincadeira vai ser tanto mais divertida quanto o tamanho da turma.

 | Diretor da E-VAL Saúde

Foto de capa: Zum Brazil Eventos – HIS 2016

Fonte: Linkedin

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