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Ucraniano é preso por roubar US$ 15 milhões de bancos russos

07/02/2019

O cidadão ucraniano foi sentenciado a 13 anos de detenção por roubar mais de US $ 15 milhões dos bancos russos

Os fundos dos bancos foram roubados por hackers como parte de um círculo cibercriminoso mais amplo

De acordo com a Agência Russa de Informação Jurídica (RAPSI) o indivíduo era o organizador de um grupo criminosos dedicado ao roubo financeiro. A agência de notícias informou na quarta-feira dia 6/02, que o homem ucraniano foi considerado culpado de esquemas operacionais que levaram ao roubo de um bilhão de rublos de bancos comerciais

Os promotores dizem que 39,5 milhões de rublos do Promsvyazbank, 45 milhões de rublos do Bank Uralsib, 106 milhões de rublos do Trust Bank e 883,5 milhões de rublos do Bank Zenit foram supostamente roubados em um período de seis meses em 2014.

Os relatórios sugerem que o roubo foi possível graças ao uso de “software especial” que permitia retiradas ilegais de contas pertencentes a clientes antes de “restaurar o saldo à custa dos próprios bancos”.

Entenda o golpe

As transações seriam feitas através de cartões bancários e, em seguida, um malware seria usado para cancelar o comando no meio da transação. Como a transferência falhava, o banco devolveria o dinheiro para a conta do remetente, mas isso, de alguma forma, seria coberto pelo banco das vítimas. Esta técnica supostamente permitiu que os criminosos dobrassem seu dinheiro com cada negociação.

A polícia também acredita que alguns dos supostos criminosos fizeram uso de dispositivos que alteravam com caixas eletrônicos.

O cidadão ucraniano cumprirá sua sentença em uma prisão de alta segurança, mas ele não é o único membro do círculo cibercriminoso a ser rastreado e processado. No total, 14 membros do suposto esquema foram acusados ​​de operar um grupo criminoso, roubo e fraude.

Em janeiro, autoridades norte-americanas acusaram um cidadão ucraniano de 26 anos de idade, residente em Kiev, a roubar dados corporativos do sistema EDGAR da SEC (Securities and Exchange Commission) e repassá-lo a terceiros para fins de informações privilegiadas.

Com informações de ZDnet