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Olívio Henrique Alvares Rosa, CEO e fundador da Who

O Brasil está entre os países com maior índice de fraudes virtuais. De acordo com um levantamento publicado em artigo da edição de segurança do Canaltech, o país aparece como o 10º mais atingido por casos de fraude de identidade, com 0,4% de todos os casos de crimes desse tipo detectados no mundo.

Um outro levantamento, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) revelou que as tentativas de fraudes online aumentaram cerca de 80% nos últimos anos.

Os indicadores desses crimes vivem um boom no país, sendo que as fraudes de identidade sintética, ou seja, as que mesclam dados verdadeiros e falsos, aparecem entre as mais recorrentes. 

Por isso as expectativas estão em alta no segmento de combate à fraude. Na onda da necessidade de coibir esses crimes, algumas companhias estão apostando fortemente no aprimoramento de tecnologias e ferramentas capazes de identificar preventivamente ações que podem levar a fraudes.

A Who, empresa mineira de prevenção a fraude, com sede em Belo Horizonte criada a partir do reposicionamento da BRT Intelligence, com 27 anos de experiência, é um dos negócios que está crescendo e desenvolvendo esse mercado.

Atualmente a Who já atende instituições financeiras de segmentos distintos e se prepara para ampliar a carteira inclusive para outros segmentos. Entre os principais clientes estão Itaú, Safra, C6 Bank, Banco Pan, Daycoval e Carrefour Banco. 

Os serviços são oferecidos majoritariamente para empresas do segmento financeiro, mas contemplam ainda diversas atividades de outros tipos de clientes que trabalham com risco financeiro, como empresas do setor de telecom e da área de saúde, por exemplo. A estratégia é focar no consenso de que prevenir é a medida mais eficaz. 

Resultados

Para se ter ideia da dimensão do trabalho, só nos últimos três anos a Who evitou que mais de R$ 1,1 bilhão fosse fraudado. No mesmo período, a empresa ainda deu aval para a liberação de mais de R$ 55 bilhões em crédito.

Além disso, desde 2020 foram emitidos mais de um milhão de laudos de contestação, que são análises da veracidade de uma operação de crédito.

Para alcançar esses resultados, a empresa vai concluir neste ano um aporte de R$ 25 milhões – iniciado em 2019 – em um grande projeto de transformação digital, tendo 4 pilares: pessoas, processos, cultura e novas tecnologias. Os investimentos permitiram que, hoje, 55% das operações da empresa sejam totalmente digitais.

A Who encerrou 2022 com faturamento na casa dos R$ 50 milhões. Para este ano a estimativa é alcançar pelo menos R$ 70 milhões.

A meta é duplicar o faturamento atual até 2024, alcançando R$ 100 milhões. Atualmente a empresa gera 440 empregos diretos e estão previstas novas contratações para este ano. 

Histórico

O CEO e fundador da Who, Olívio Henrique Alvares Rosa, afirma que as tentativas de fraude sempre estiveram presentes no universo dos serviços financeiros e provocam prejuízos não apenas aos bancos, às empresas e aos clientes, mas impactam toda a sociedade porque encarecem o preço final dos produtos.

Além da apresentação de documentação fraudada para abertura de cadastro e contas, entre os golpes mais comuns no mercado financeiro estão a solicitação de crédito utilizando identidade de terceiros e ainda a lavagem de dinheiro, por meio de transferência ou depósitos em contas bancárias frias, geralmente, criadas por fraudadores de identidade.

Prevenção 

O CEO explica que, atualmente, a companhia oferece dezenas de produtos com alto índice de aprovações seguras. Entre eles o Fraud Center.

“É uma metodologia que utiliza a ciência de dados aplicada à prevenção de fraudes, mesclando dados, análise automatizada e investigativa. Trata-se de um procedimento capaz de detectar em segundos a probabilidade de um evento ser ou não uma fraude durante o onboarding”, garante.

Outro produto é o FraudAverse,voltado para prevenção de fraude em todos os canais e instrumentos de pagamento, como cartão de crédito, débito e PIX, por exemplo.

Além disso, a Who está preparando para maio o lançamento do Consultaí, um produto tecnológico acessível e baseado em um aplicativo fácil de usar, voltado para varejistas de diferentes portes e também para micro e pequenas empresas. 

“O crescimento do consumo de produtos financeiros pelas pessoas, a disseminação do uso dos canais digitais pela internet e a evolução da tecnologia aumentaram muito as oportunidades para que fraudadores possam agir em busca de vantagens ilícitas. Nosso propósito é o de prevenir que fraudadores possam causar prejuízos à sociedade”, afirmou o CEO.

Fraud Day

Neste mês a Who estreou no Fraud Day, o maior evento da América Latina para especialistas em fraudes, que foi realizado no dia 17 de maio, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Em palestra no Fraud Day, Lilian Rodas, head de prevenção a fraudes do Banco Safra; Richard Bento, superintendente de prevenção a fraudes do Itaú; Olívio Rosa, CEO e fundador da Who e Evaristo Mascarenhas, CVCO da Who

O estande da empresa reuniu profissionais da área, permitindo o debate e o compartilhamento de algumas das melhores experiências antifraude disponíveis no mercado.

Além disso, o evento também contou com uma palestra do CEO da Who, Olívio Rosa e do CVCO, Evaristo Mascarenhas de Paula.

“Essa participação foi um marco na nossa trajetória. Seja para profissionais da área de análise de risco e prevenção à fraude ou para empresários que buscam as melhores alternativas para os seus negócios, o Fraud Day é uma importante vitrine para o que há de mais moderno, inovador e eficiente no combate às fraudes financeiras, de identidade e outros tipos de fraude”, concluiu o CEO.

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