Últimas notícias

Fique informado

Nem pública, nem privada: a nuvem do futuro é híbrida

30 de julho de 2021

Spotlight

Governo Federal apoia Rio Grande do Sul na emissão 2ª via da Carteira de Identidade Nacional

O mutirão coordenado pelo Governo do RS começou nos abrigos de Porto Alegre. Expedição da segunda via será imediata

20 de maio de 2024

As questões de segurança, tão críticas para alguns setores, também estão sendo superadas com a nuvem híbrida

Por Felipe Soares

Felipe Soares é arquiteto sênior de soluções da NTT

À medida que a transformação digital avança nas empresas fica evidente o quanto elas dependem da nuvem para operar, avançar e ter diferencial competitivo. Até então, o tipo de nuvem mais apropriada para o negócio sempre foi um dilema que acompanhou os gestores de TI por um bom tempo.

No entanto, uma pesquisa da NTT, o Hybrid Cloud Report 2021, trouxe mais luz ao tema: o modelo de nuvem ideal não é exatamente a nuvem pública, nem a privada, mas ambas!

A cloud híbrida ganhou destaque entre os profissionais de TI justamente por contar com as partes boas das nuvens pública e privada.

Em um estudo recente, feito com 950 tomadores de decisões em 13 países, cerca de 60% das organizações avaliadas já estavam usando ou testando esse modelo, enquanto mais de 32% dos entrevistados planejavam implementar uma cloud híbrida entre 12 e14 meses. 

Existem muitas razões para essa mudança de comportamento, mas três delas são as mais evidentes: agilidade, segurança e redução de custo.

Como se sabe, a nuvem privada possui inúmeros benefícios, como ter a própria infraestrutura “dentro de casa”, podendo estabelecer controles mais específicos de acesso aos dados, por exemplo. No entanto, a arquitetura híbrida potencializa esse benefício quando integrado à nuvem pública.

Em tempos em que as organizações buscam eficiência operacional para se destacar no mercado, o modelo híbrido tem sido o principal aliado dos negócios por oferecer um ambiente especialmente ágil para os desenvolvedores.

Sem sombra de dúvida, isso contribui para um melhor Time to Market e consequentemente, corte de custos. Aliás, o estudo revelou que as reduções das despesas se mostram o principal motivo (41.3%) para a adoção de nuvem híbrida, ainda mais agora com tantas empresas precisando acessar aplicações e dados de maneiras diferentes, já que o novo formato de trabalho também é híbrido.

As questões de segurança, tão críticas para alguns setores, também estão sendo superadas com a nuvem híbrida. O que antes era motivo de preocupação entre os gestores, agora é parte da estratégia de proteção de dados das empresas graças aos inúmeros recursos disponibilizados pelas infraestruturas dos provedores de nuvem pública, além da possibilidade de integrá-los com mecanismos próprios.

O modelo permite às organizações manter os dados mais sensíveis num servidor próprio enquanto os menos críticos ficam alocados num servidor público.

Quando se une o melhor desses dois mundos, o resultado não poderia ser outro: empresas digitalizadas, ágeis, com ambientes de negócios mais seguros, flexíveis e prontos para escalar.

Entendemos que cada empresa está em uma etapa diferente da jornada de computação em nuvem, por este motivo, é determinante contar com parceiros especializados que conheçam bem esses dois universos para implementar e configurar o que cada um deles tem de melhor, avaliando previamente o melhor cenário para cada situação.

Em uma realidade em que a mão de obra está escassa e os desafios que envolvem entender quais cargas de trabalho podem ser migradas, ou, onde elas devem rodar no futuro, a contratação de empresas prestadoras desses serviços agrega mais valor aos negócios ao desonerar as áreas de TI para que elas foquem mais no core business das empresas e garantam que a nuvem híbrida leve mais agilidade às suas operações.

Quatro pontos de atenção ao adotar nuvem híbrida

Alta demanda de gerenciamento remoto impulsionou mercado de nuvem híbrida, diz novo relatório ISG

Estudo mostra que o futuro da saúde é moldado pela nuvem híbrida

, ,