Mais de 60% das empresas globais devem priorizar modelos híbridos ou privados para cargas de trabalho críticas até o final de 2026
Enquanto a computação em nuvem se tornou parte do dia a dia das empresas, cresce o debate sobre qual modelo realmente atende às necessidades de cada negócio. Organizações com dados sensíveis, sistemas críticos e exigências regulatórias vêm migrando, ou considerando migrar, para ambientes de nuvem privada, em busca de mais controle, segurança e previsibilidade.
Segundo o Gartner, mais de 60% das empresas globais devem priorizar modelos híbridos ou privados para cargas de trabalho críticas até o final de 2026, especialmente em setores que lidam com informações estratégicas ou altamente reguladas. A tendência reflete uma mudança de mentalidade: nem tudo precisa, ou deveria, estar em nuvem pública.
Quais empresas se beneficiam da nuvem privada
Empresas que operam com dados sensíveis, como organizações dos setores de saúde, financeiro, jurídico e educação, estão entre as que mais se beneficiam do modelo. O mesmo vale para companhias com operações ininterruptas, como indústrias, e-commerces de grande porte e empresas de logística, onde qualquer instabilidade pode gerar prejuízos imediatos.

“Nuvem privada não é sobre isolamento, é sobre controle. Para empresas que precisam de alta disponibilidade, previsibilidade de custos e governança sobre dados, esse modelo costuma fazer mais sentido”, explica João Guilherme Cardoso de Mello, CEO da Sauk Tecnologia.
Relatórios do IDC apontam que ambientes privados oferecem maior capacidade de personalização de segurança e performance, permitindo arquiteturas sob medida para aplicações críticas. Em um cenário de aumento de ataques cibernéticos, esse controle tem pesado na decisão de muitas empresas.
“O erro comum é escolher nuvem apenas pelo custo aparente. Quando falamos de sistemas críticos, o que está em jogo é continuidade do negócio, proteção de dados e capacidade de resposta a incidentes”, afirma Mello.
Crescimento e escalabilidade com governança
Outro perfil que tem buscado a nuvem privada são empresas em crescimento acelerado, como scale-ups e grupos empresariais em expansão. A possibilidade de escalar infraestrutura sem abrir mão de governança e compliance se tornou um diferencial competitivo. “Nuvem privada permite crescer com planejamento. A empresa sabe onde estão seus dados, como os sistemas se comportam e quais são os limites de performance. Isso reduz riscos no médio e longo prazo”, destaca o CEO.
O modelo de nuvem privada faz sentido para empresas que lidam com informações confidenciais ou reguladas, dependem de sistemas críticos e alta disponibilidade, precisam de customização de infraestrutura e segurança e buscam previsibilidade operacional e de custos
Com mais de 23 anos de atuação em infraestrutura crítica, nuvem privada corporativa e segurança avançada, a Sauk Tecnologia acompanha esse movimento de perto. Para a empresa, a discussão não é sobre qual nuvem é melhor, mas qual é a mais adequada para cada estratégia de negócio. “A nuvem certa é aquela que sustenta o crescimento da empresa sem comprometer segurança e operação. Em muitos casos, a nuvem privada é a base dessa estratégia”, conclui Mello.
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