VitaminaWeb agora faz parte do progama em que estudantes de MBA escolhem uma empresa fora dos EUA para um intercâmbio acadêmico
A VitaminaWeb, empresa produtora de tecnologia especializada no planejamento, criação, desenvolvimento e gestão de projetos digitais, foi selecionada para ser o estudo de caso de um programa acadêmico ligado à Universidade da Geórgia (UGA), com apoio operacional da Austral Education Group.
Entre diversas empresas avaliadas, a VitaminaWeb foi escolhida para ser analisada por um grupo exclusivo de cinco estudantes de MBA, que se dedicou ao estudo da companhia e à elaboração de recomendações sobre sua jornada de transformação AI-first e seus próximos passos de internacionalização.

“Ser selecionado para esse tipo de programa é um reconhecimento do que estamos construindo: uma operação orientada por inteligência artificial, com governança e foco em resultado, e uma visão clara de expansão internacional”, afirma Rodrigo Neves, CEO da VitaminaWeb.
Projeto aplicado com estudantes de MBA
A dinâmica do programa prevê uma etapa de entrevistas e aprofundamento com a equipe da empresa analisada, seguida da entrega de um trabalho final com diagnósticos, hipóteses e recomendações estratégicas.
No caso da VitaminaWeb, o grupo de MBA dedicou-se integralmente ao estudo da companhia, conectando sua trajetória de mais de 20 anos de mercado ao movimento atual de reinvenção com IA e expertise humana como base para novos modelos de operação e crescimento.
Além disso, o programa funciona como um intercâmbio acadêmico internacional: os estudantes selecionam uma empresa fora dos Estados Unidos para compreender, na prática, como negócios em outros mercados enfrentam desafios de gestão, tecnologia e competitividade.
A partir de entrevistas presenciais, análise de contexto e contato direto com a liderança, o grupo consolida aprendizados e estrutura recomendações aplicáveis ao momento estratégico da organização estudada.
“Esse tipo de troca tem muito valor porque traz um olhar externo, estruturado e com visão global para decisões que toda empresa precisa encarar agora: produtividade, posicionamento e como escalar sem perder consistência”, explica o CEO da VitaminaWeb.
AI-first e expansão internacional no centro do estudo
O recorte do trabalho analisou o movimento da VitaminaWeb para consolidar um modelo AI-first / AI-native, em que agentes de IA aceleram tarefas técnicas e rotinas de produção, enquanto especialistas humanos concentram-se em auditoria estratégica, contexto de negócio e conformidade, uma abordagem híbrida que busca escala sem renunciar a controle e responsabilidade.
“Quando falamos em AI-first, não é sobre usar ferramentas pontuais. É sobre redesenhar processos e decisões, combinando automação com supervisão humana para entregar valor real ao cliente. Isso muda a forma como operamos e como nos preparamos para competir globalmente”, explica Neves.

Como parte do estudo, o grupo também avaliou caminhos de internacionalização e posicionamento, incluindo frentes potenciais em América Latina, Estados Unidos e Europa, além de requisitos operacionais típicos para expansão, como suporte multilíngue e atenção a conformidade regulatória em mercados mais exigentes.
“A VitaminaWeb foi escolhida por ser uma empresa sólida e, ao mesmo tempo, com uma disposição real de se reinventar com IA. Mesmo bem estabelecida, ela provou que pode continuar evoluindo, destacando-se forma única de como ela utiliza a IA e como usam os 20 anos de experiência para criar soluções poderosas”, explica Sara Jane Shulman, estudante do grupo.
Entrega do trabalho final
Os encontros presenciais ocorreram em São Paulo em março, com rodada de entrevistas e perguntas direcionadas ao case. A entrega incluiu uma apresentação final com conclusões e recomendações ao CEO e à liderança da VitaminaWeb. O programa também prevê avaliação acadêmica do trabalho e, em alguns casos, retorno posterior com novos grupos para acompanhar a evolução do projeto.
“Além de gerar aprendizados práticos, esse tipo de iniciativa reforça um ponto: a transformação com IA não é tendência, é realidade urgente. E há um detalhe que gosto de lembrar: a IA que temos hoje é a pior que veremos, porque a próxima versão sempre será melhor. Por isso, mais do que acompanhar, precisamos construir competência e responsabilidade agora, com método, governança e pessoas no centro”, finaliza Neves.
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