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Novos tempos trazem novos desafios de segurança

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ONLYOFFICE, plataforma colaborativa, apresenta sua estrutura de segurança de dados

Confira a entrevista na íntegra com Nadya Knyazeva, Gerente de Comunicação da ONLYOFFICE, a plataforma open source que possui mais de sete milhões de usuários no mundo

27/11/2020

Lei da Internet das Coisas segue para sanção presidencial e deve impulsionar o mercado de eIDs

Os equipamentos que utilizam a Internet precisam ser identificados para a autenticação precisa máquina a máquina e, em alguns casos, é primordial estarem blindados contra invasões hackers.

26/11/2020

Doutor Fabiano Menke Concede Entrevista Sobre a Evolução das Assinaturas Eletrônicas

Nesta entrevista Dr. Fabiano Menke fala sobre a Lei 14.063 de setembro de 2020 e sobre o Decreto 14.543 de novembro de 2020 sobre os tipos de assinaturas eletrônicas

25/11/2020

A certificação de plataformas de telemedicina para uso da assinatura digital

O uso de certificados digitais para assinatura de documentos clínicos é adotado no Brasil desde a primeira resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), em 2007

25/11/2020

Decreto 14.543/2020 regulamenta o artigo 5º da Lei 14.063/2020

O decreto 14.543/20 define alguns requisitos do artigo 5º Lei 14.063/2020.

16/11/2020

Mulheres ocupam apenas 20% dos postos de trabalho em tecnologia no Brasil

As mulheres ocupam apenas 20% dos postos de trabalho em tecnologia no Brasil, segundo dados divulgados pela Softex.

21/06/2019

Esforços de transformação digital mudando empresas, carreiras, equipes em múltiplas frentes

80% dos entrevistados de empresas que amadurecem digital dizem que suas organizações promovem parcerias com grupos e parceiros externos.

04/06/2019

Com o surgimento do COVID-19 e a necessidade de isolamento social em todo o planeta, de um momento para o outro, diversas empresas, instituições de ensino e corporações dos mais diversos segmentos precisaram modificar sua rotina

Por Fabio Soto

Fabio Soto – CEO da Agility

Trabalho remoto, atendimento médico online, compra de roupas e comida por aplicativos e aulas virtuais para pessoas de todas as idades passaram a fazer parte do cotidiano.

Estas mudanças têm como consequência uma série de desafios comerciais, de gestão e adequação tecnológica.

Especialmente com relação à adequação tecnológica há a necessidade de desenvolver novas soluções de forma muito rápida, de maneira a garantir um time-to-market agressivo, pois quem estiver melhor preparado para fornecer produtos e serviços online deverá se sobressair após o término da situação de pandemia.

Nesse caso, deve-se prestar especial atenção a escala, performance, disponibilidade e segurança. Já para a nova realidade de trabalho remoto, há outros desafios, muito relacionados ao uso que as pessoas fazem da tecnologia e sua segurança.

Como não há mais o ambiente controlado das corporações, e sim o trabalho dos funcionários a partir de seus lares, as proteções devem ser outras e as pessoas devem ter outros tipos de treinamentos, mais adequados ao novo ambiente.

Ao trabalhar em casa, alguns comportamentos podem trazer vulnerabilidades tanto para os dispositivos que os colaboradores levaram para casa, quanto às redes corporativas que são acessadas remotamente, de redes particulares.

De acordo com o Relatório da Verizon “2020 Data Breach Investigations Report”, o phishing continua sendo a principal forma de ataque, com esquemas cada vez mais sofisticados e maliciosos à medida que o trabalho remoto aumenta.

Além disso, desde janeiro desse ano, foram registrados milhares de sites relacionados à COVID, dentre eles muitos domínios com malware.

Também há o hábito de se usar o computador corporativo para outras atividades. Pessoas que estão em casa e convivem (e dividem os dispositivos) com outras que não estão acostumadas a acessar a internet e não possuem conhecimento e cultura de segurança podem ser protagonistas de golpes, já que não percebem a malícia implícita em uma mensagem que promete máscaras ou álcool em gel de graça, por exemplo.

Quando observamos este cenário temos também que atentar ao fato de que a movimentação criada por conta do isolamento social, que elevou exponencialmente o trabalho remoto, abriu portas para novas relações de trabalho que não vão retornar ao que eram antes. A Transformação Digital alcançou níveis que estávamos esperando para 3 ou 5 anos à frente e que vieram para ficar.

A Fundação Getúlio Vargas divulgou um estudo que prevê aumento de 30% no trabalho remoto pós pandemia. Ou seja: desafios serão parte dessa nova realidade e devem ser apurados desde já. A forma de trabalho está mudando e não voltaremos atrás.

Existem diversos modelos possíveis de atuação profissional ao término da pandemia, assim como várias estratégias de retorno. O que é necessário em todos os casos é treinamento e conscientização das equipes e lideranças.

Aqui deixo um ponto importante: a principal transformação deve vir das pessoas. O ambiente corporativo sempre foi vivenciado nas dependências das empresas, mas agora esta esfera se ampliou para as residências. Ao final da pandemia, com a consolidação do home office, esse círculo de possibilidades vai aumentar ainda mais e integrar cafés, restaurantes, hotéis, aeroportos… a comunicação e as formas de atuação são amplas!

As empresas estão começando a se preocupar com este movimento. Neste momento a atuação de uma consultoria é fundamental, já que é preciso criar a conscientização ao mesmo tempo em que se implementa a tecnologia necessária. Dessa forma, os dados, pequenas preciosidades corporativas e pessoais, estarão garantidos e dentro do escopo de leis regulatórias, tanto no Brasil quanto em outros países.

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