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Evento idealizado pela Horiens debate caminhos da cibersegurança no Brasil

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O evento “Jornada de Cibersegurança – do risk assessment ao seguro cibernético” aconteceu nesta quarta-feira (21), em São Paulo

Foi realizado nesta quarta-feira (21), em São Paulo (SP), o evento “Jornada de Cibersegurança – do risk assessment ao seguro cibernético”. Idealizado pela Horiens, o encontro reuniu cerca de 150 convidados e contou com três painéis: Privacidade e Segurança; Seguro Cyber no Brasil; e Jornada para Adequação de Riscos Cibernéticos.

Foto: Ronaldo Andrade, Alex Amorim, Walter Calza Neto, Leidivino Natal e Renato Opice Blum

Na avaliação de Ronaldo Andrade, CISO (Chief Information Security Officer) da Horiens, o evento foi importante por chamar a atenção sobre os riscos aos quais as empresas estão sujeitas. “Além dos impactos financeiros e de paradas operacionais, os possíveis danos reputacionais são muito graves, pois diminuem a confiança das pessoas na empresa que foi atacada.”

Ele explicou que a inteligência artificial torna ainda mais complexo o desafio de combate invasões, na medida em que se extrai rapidamente um volume de informações muito grande. “O ambiente está muito mais complexo, comparado a alguns anos atrás. A inteligência artificial mudou completamente a forma de lidar com proteção e análise de riscos. Por tudo isso, sempre salientamos que se trata de uma jornada contínua à qual as empresas devem permanecer atentas.

Francisco Paladino, gerente de Riscos e Seguros na Horiens, destacou o crescimento do mercado de cyber no Brasil nos últimos cinco anos. “De acordo com dados da SUSEP (Superintendência de Seguros Privados), o total de prêmio emitido em 2019 foi de R$ 21 milhões. Em 2023 passou para R$ 205 milhões. Mas mesmo assim ainda há um espaço gigante para crescimento, uma vez que o mercado americano de seguro cibernético, como exemplo, produz cerca de US$ 10 bilhões de prêmio ao ano.

De acordo com Paladino, junto com isso, um forte crescimento de sinistros foi registrado no Brasil. “Em 2020 superou 103%, já em 2021 terminou o ano em um patamar ainda bem elevado de 97%. Em 2022 e 2023 isso foi controlado, o que mostra que o mercado de cyber vem crescendo e se profissionalizando, pois, as empresas vêm se preocupando em se proteger. É importante também reforçarmos a lógica da mutualidade, ou seja, quanto mais empresas contratam seguros, mais as seguradoras produzem um colchão de prêmio para proteger impactos de sinistros nas suas carteiras e, assim, os preços tendem a cair”, afirmou.

Victor Perego, líder de Seguro Cyber na AIG, uma das patrocinadoras do evento, também ressaltou a crescente maturidade do mercado local, e como empresas, corretores e seguradoras têm trabalhado juntas para uma análise mais precisa do risco durante a contratação do seguro.

A rápida transformação digital, ataques cibernéticos mais frequentes e marcos regulatórios dos últimos anos obrigaram empresas de todos os portes e segmentos a se adaptar mais rápido do que esperavam. Há 10 anos, riscos como ransowmare, vazamento de dados e crimes digitais ainda estavam distantes do nosso cenário. Hoje, estas são exposições cada vez mais comum, e o seguro é um importante aliado consultivo e também de contingência”, afirmou.

De acordo com Perego, a precificação está sustentada em três pilares: setor que a empresa está inserida, tamanho da organização e maturidade dos controles de segurança. “Setores mais sensíveis exigem mais cuidados e análises específicas. Para cada setor, um tipo de controle vai ser mais relevante. A avaliação e tomada de risco serão diferentes, por exemplo, para uma indústria ou para uma empresa de serviço com trabalho remoto”, complementou.

O encontro também contou com patrocínio da Zurich e com a presença de Hellen Deungaro Fernandes, líder de Seguro Cyber na seguradora, como uma das painelistas.

“Todos os pontos debatidos no evento são endereçados na cobertura de seguro cibernético. Avaliar os riscos, vulnerabilidades de arquitetura de sistemas e infraestrutura é o core do risk assessment que a Horiens realiza antes de levar o risco para o mercado securitário. Ter um especialista que faça a gestão desse assessement e que tenha pleno conhecimento do cenário global de Cyber por atuar diretamente nessa frente é primordial, e esse é o diferencial da Horiens. As empresas de todos os portes precisam entender a importância do assunto e investir na melhoria de processos e de profissionais de tecnologia”, finalizou Andrade.

Sobre a Horiens

A Horiens, gestora de riscos, seguros e garantias, atua em projetos para os mais diversos setores da economia, como infraestrutura, concessões e PPPs, transporte e logística, energy, óleo e gás, agronegócio e química e petroquímica, entre outros. A empresa, que completou 45 anos em 2023, conta com quatro eixos principais de atuação: consultoria em Gestão de Riscos; corretagem para Seguros de Ativos e Seguros de Pessoas (Saúde e Benefícios); e Garantia, Crédito e Risco Político.

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