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Tempest Security Intelligence orienta consumidores sobre compras online com segurança

09/05/2019

Com a proximidade de uma das datas mais importantes do ano para o varejo, a Tempest alerta os consumidores com dicas e cuidados para não cair em golpes

O Dia das Mães está chegando. E com a data, uma das mais importantes para o varejo, vêm também os altos investimentos em campanhas publicitárias para atrair a atenção dos consumidores, diversas campanhas na Internet – uma vez que as compras online crescem em ritmo acelerado ano após ano – e, infelizmente, muitos golpes de cibercriminosos.

Com a intenção de alertar os internautas e garantir a segurança nas transações, a Tempest Security Intelligence traz diversas dicas de cuidados que os usuários devem ter ao realizar suas compras virtuais.

Os fraudadores aproveitam grandes fluxos de compras, como estas datas sazonais de alta relevância para o varejo, para criar golpes e anúncios falsos.

Os cibercriminosos aproveitam a busca dos consumidores por grandes ofertas para aplicar diferentes golpes. Um dos casos mais comuns é o phishing, que lançam links de páginas falsas com supostas promoções, com o objetivo de instalar arquivos maliciosos, roubar informações pessoais ou até obter lucro de produtos que não existem.

Confira algumas dicas dos especialistas da Tempest, a maior empresa de cibersegurança do Brasil, para que o consumidor faça uma compra segura:

1. Cuidado com ofertas tentadoras

Cupons de desconto são muito atraentes. Na busca por ofertas especiais, os consumidores são atraídos por cibercriminosos com ofertas e descontos mirabolantes fora dos canais oficiais das empresas.

Não confie em promoções de empresas nas quais você não solicitou cadastro. Procure verificar a veracidade do anúncio sempre no site oficial da empresa.

2. Não clique em e-mails suspeitos

Muitos usuários acabam recebendo e-mails supostamente de promoções, que aparentam ser de empresas idôneas, mas não passam de golpes. Ao clicar no link, ou responder a qualquer solicitação, o usuário poderá ter seus dados pessoais e senhas roubados.

3. Não confie em sites mal configurados

Sites com erros gramaticais ou com imagens de baixa resolução geralmente são iscas para phishing. Fuja destes sites, mesmo que a oferta pareça muito tentadora.

4. Endereço falso

Passe o cursor do mouse sobre o link antes de clicar sobre o site da loja. A URL verdadeira aparecerá e você pode ver exatamente para onde será redirecionado. Na dúvida, delete o e-mail e abra um novo navegador para ir até o site oficial da loja.

5. Redes sociais

Redobre a atenção em ofertas que surgem nas redes sociais. Criminosos costumam criar perfis semelhantes aos de grandes varejistas nas redes sociais com o objetivo de persuadir o usuário a acessar um site falso ou a instalar software malicioso em seu computador. Vale a pena desconfiar dos links e acessar o site da loja diretamente.

6. Use HTTPS

Compre em sites criptografados, ou seja, aqueles que têm “https” na barra de endereços do navegador. Assim, as informações do cartão de crédito ou débito permanecerão criptografadas e dificilmente serão interceptadas por cibercriminosos.

7. Faturas desconhecidas por e-mail

Se o e-mail recebido apresenta uma compra desconhecida não clique, a chance de ser falso é grande. Abra um novo navegador e vá diretamente para o site do seu banco ou cartão de crédito para verificar as últimas despesas.

8. Mantenha o seu antivírus atualizado

Tenha sempre um antivírus no seu computador capaz de bloquear as possíveis ameaças. “Desconfie das ofertas com valores muito abaixo do mercado”.

9. Consulte a lista de sites maliciosos

O Procon-SP tem uma lista com centenas de lojas virtuais que não cumprem a entrega ou não oferecem canais de atendimento para os clientes, por isso devem ser evitados.

A lista é atualizada sempre que o órgão recebe uma reclamação do consumidor. As queixas ocorrem principalmente por falta de entrega do produto.

Quando o Procon tenta contato para solucionar o problema e estes fornecedores não são localizados, eles são incluídos na lista. As tentativas de localização são feitas por meio de um rastreamento no banco de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR – responsável pelo registro de domínios no Brasil.

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