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Crescem os ataques cibernéticos as organizações de saúde

Crescem os ataques cibernéticos as organizações de saúde

08/12/2014

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Crypto ID, ATID e AARB conversam com Deputado João Campos sobre a Lei 14.063/20

Entrevistamos o Deputado João Campos, um dos principais protagonistas da

08/10/2020

Primeiro Documento Eletrônico assinado entre dois Países foi emitido em 2 de outubro de 2020

A possibilidade de acordos internacionais serem assinados por meio de documentos eletrônicos com reconhecimento mútuo entre os países é uma prerrogativa dos documentos que utilizam certificados digitais emitidos por PKIs.

05/10/2020

Presidentes da ATID e AARB são entrevistados sobre a Lei 14.063/2020

A entrevista trata dos três tipos de assinaturas eletrônicas criada pela Lei 14063/2020, também aborda a questão da videoconferência e muito mais. Confira!

01/10/2020

A Lei 14.063/2020 reconhece o valor das assinaturas digitais e faz a distinção entre assinaturas avançadas e qualificadas

A aplicação da Lei 14.063/2020 está direcionada à comunicação com entes públicos, mas é um passo importante para a consolidação da identificação digital no mercado brasileiro para o relacionamento de empresas privadas e suas comunidades.

30/09/2020

Novo alvo dos hackers em 2015: Informações de Saúde

Os Especialistas em segurança da informação alertaram no começo de

12/02/2015

O Instituto de Inteligência de mercado divulgou no início desse mês novos dados que indicam o impacto das ameaças cibernéticas para a área da saúde, uma dos nichos que mais sofreram ataque desse tipo nos últimos anos.

De acordo com o IDC, essas organizações são mais suscetíveis a sofrer ataques depois da Lei de Portabilidade e Responsabilidade de Seguros que deixa a informação de saúde eletrônicas disponíveis com maior facilidade, o que na prática torna as empresas como alvo fácil dos criminosos cibernéticos.

Outro motivo de tornarem-se as principais vítimas dos hackers é a falta de importância que a área dá ao meio digital em relação aos varejistas e empresas de serviços financeiros. Como não a consideram fundamentais investem menos em programas de segurança da informação e aumentam a chance de ações má intencionadas com sucesso.

Os hackers utilizam as informações obtidas nos ataques principalmente para elaboração de fraudes médicas. Estas, por sua vez, ganham um valor elevado no mercado negro em relação a outras ações como, por exemplo, os ataques de  valores de cartão de crédito. Isso faz com que os hackers sejam cada vez mais atraídos para esse nicho de mercado.

De acordo com o IDC a segurança foi a iniciativa mais importante para os prestadores de serviço de TI na área da saúde tanto em 2014 como em 2013. A análise apontou também que a maioria dos executivos de saúde aumentou seus gastos em segurança contra ataques cibernéticos diante do cenário negativo de ataques.

Essa, porém, ainda é uma ação pequena diante da visibilidade da área. De acordo com a vice presidente de pesquisas da IDC, Lynne A. Dunbrack, para as organizações de saúde não se trata mais de saber se serão atacadas ou não, mas entender quando sofrerão com essas ações, por isso precisam de uma abordagem mais abrangente para reagir e defender-se.

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