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De olho na LGPD, empresas de softwares se diferenciam no mercado

13/02/2020

Spotlight

A Lei 14.063/2020 reconhece o valor das assinaturas digitais e faz a distinção entre assinaturas avançadas e qualificadas

A aplicação da Lei 14.063/2020 está direcionada à comunicação com entes públicos, mas é um passo importante para a consolidação da identificação digital no mercado brasileiro para o relacionamento de empresas privadas e suas comunidades.

30/09/2020

Guia do NIST sobre como recuperar arquivos perdidos por ransomware e por outros ataques de integridade de dados

Recuperação de ransomware e outros eventos destrutivos pode ajudar as organizações.

28/09/2020

Resolução possibilita reuniões do Comitê Gestor da ICP-Brasil por Videoconferência

Com a Resolução n° 176, de 21 de setembro de 2020, do CG da ICP-Brasil, ficam estabelecidos o prazo de 3 dias úteis para a convocação e a deliberação devendo ocorrer em seguida ao encerramento da Plenária por videoconferência.

28/09/2020

A sanção da Lei 14.063 de 2020, segundo agência Senado.

A nova lei cria dois novos tipos de assinatura eletrônica em comunicações com entes públicos e em questões de saúde: simples e avançada.

25/09/2020

Como gerenciar Identidades Digitais em empresas públicas e privadas? Ouça

Sobre como gerenciar eIDs, conversamos com Luís Correia – Business Development da AET EUROPE, empresa global na área de soluções de segurança digital.

02/09/2020

Qual é o impacto da transformação digital nas empresas de software?

Indústria de software deve se transformar primeiramente para então oferecer a transformação digital para o seu cliente final, saiba mais sobre.

03/02/2020

Empresas em contagem regressiva para adaptação à LGPD

Prazo para adaptação à LGPD se encerra em agosto de 2020. Eventos promovidos pela Assespro-PR orientam passos para a adequação.

19/12/2019

Por investir na segurança de suas soluções

Por conta da existência de leis que visam proteger dados pessoais em transações comerciais, como a GDPR e a LGPD, empresas de tecnologia de vários segmentos estão colocando como diferencial de seus softwares a segurança

Fabio Fernandes – Especialista de produto da Dígitro Tecnologia

Utilizar aplicativos e softwares gratuitos pode até quebrar o galho, mas sempre há uma contrapartida em jogo.

“Para que as pessoas possam jogar, interagir pelas redes sociais ou usar uma série de outros serviços, uma moeda de troca se faz presente e quase sempre seu valor é ignorado: as informações pessoais, como endereço, telefone, e-mail, ou de natureza sensível, como o georeferenciamento, que podem ser trocadas nos próprios aplicativos ou serem um canal de acesso a eles, por parte de terceiros, que podem estar mal intencionados”, afirma Fabio Fernandes, especialista de produto da Dígitro Tecnologia, empresa especializada em comunicação corporativa e inteligência.

Veja softwares brasileiros cujo diferencial é a segurança que eles proporcionam, em comparação com outros mais populares ou gratuitos, disponíveis no mercado:

 

Comunicação instantânea

Diferente de outros aplicativos gratuitos para conversação, o UNA reúne várias formas de comunicação — chat e voz — em um só lugar, de forma criptografada e segura. A tecnologia é 100% brasileira, feita pela Dígitro, companhia certificada pelo Ministério da Defesa. O aplicativo pode ser usado tanto por empresas quanto por entidades públicas. As informações ficam armazenadas em um servidor específico, próprio ou em nuvem, para garantir controle dos dados e informações sensíveis.

Além disso, o UNA permite videochamadas com até seis pessoas simultaneamente, e função de PABX (transferência de chamadas, siga-me, conferência, não perturbe, etc.). Algumas funcionalidades são configuradas pelo próprio usuário no seu app. Ele faz e recebe chamadas de voz entre os integrantes da mesma organização, além de também ligar para números externos, realizar comunicação via chat e permitir o compartilhamento de documentos, fotos, mensagens de áudio, vídeo e localização.

Gestão de pagamentos LGPD

O empresário Piero Contezini começou a carreira em tecnologia como um “hacker do bem” (whitehat). Ele invadia os sites de empresas para mostrar as falhas de segurança e propor melhorias. Todo o conhecimento adquirido com essa experiência foi investido na plataforma de gestão de pagamentos e cobranças criada por ele, a Asaas, que oferece uma solução completa para MEIs e pequenos empreendedores.

A fintech tem regulamentação do Banco Central e utiliza medidas físicas e digitais de segurança, como diversos níveis de controle de acessos e criptografia de informações em todas as áreas da aplicação. Entre os serviços, o cliente pode emitir boletos, fazer cobranças por cartão de crédito e débito, gerar notas fiscais e antecipar o recebimento de pagamentos.

Assinatura de documentos eletrônicos

Rafael Godinho – Diretor Comercial da BRy Tecnologia

A BRy Tecnologia atua na aplicação de protocolos criptográficos para tornar operações e negociações digitais mais seguras. A empresa é referência em soluções para assinatura digital, assinatura eletrônica, carimbo do tempo, certificado digital em nuvem, infraestrutura de chaves públicas e biometria.

“O BRy Signer, por exemplo, é uma solução desktop para assinar documentos digitalmente, que garante data e hora da assinatura adicionando carimbo do tempo e verifica de forma gratuita a validade desses documentos”, explica o Diretor Comercial da empresa, Rafael Godinho. Caso tenham um certificado em nuvem, os usuários também podem acessar o aplicativo BRy Signer no celular com segurança e rapidez.

 

Adequação à LGPD

Para as empresas que precisam se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), a Supero, empresa catarinense de tecnologia, disponibiliza serviços para ajudar neste processo.

Fernando Luiz da Silva – Executivo de operações e negócios da Supero

A companhia, através do conhecimento de sua equipe e de parcerias, ajuda na identificação dos desafios do negócio, com especialistas em segurança da informação e direito digital, que fazem o mapeamento dos principais gaps na parte de processos e sistemas da empresa.

A partir disso, a Supero desenvolve soluções e alterações em sistemas para garantir a segurança dos dados e o atendimento à nova Lei.

“É importante que as empresas comecem esse processo de mapeamento o quanto antes, porque pode ser um processo complexo e demorado de adequações. Lembrando que as multas são bem altas para os que não cumprirem a legislação”, reforça Fernando Luiz da Silva, executivo de operações e negócios da Supero.

 

 

 

 

Fonte: Revista Business

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