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Novas tecnologias e o progresso da ICP-Brasil

20/01/2020

Spotlight

A sanção da Lei 14.063 de 2020, segundo agência Senado.

A nova lei cria dois novos tipos de assinatura eletrônica em comunicações com entes públicos e em questões de saúde: simples e avançada.

25/09/2020

Lei Geral de Proteção de Dados Brasileira – LGPD começa a valer

Começa a valer nesta sexta 18 de setembro de 2020 conforme o texto aprovado pelo Senado .

18/09/2020

Como gerenciar Identidades Digitais em empresas públicas e privadas? Ouça

Sobre como gerenciar eIDs, conversamos com Luís Correia – Business Development da AET EUROPE, empresa global na área de soluções de segurança digital.

02/09/2020

União Européia descartou a possibilidade de proibir a tecnologia de reconhecimento facial em locais públicos

A União Européia descartou a possibilidade de proibir a tecnologia de reconhecimento facial em espaços públicos, de acordo matéria publicada na Reuters.

31/01/2020

Como os países usam o reconhecimento facial

A tecnologia procura característica facial em transmissões de vídeos em directo e tenta cruzá-las com as fotografias em enormes bancos de dados.

27/01/2020

Uma nova perspectiva para a certificação digital no Brasil

A simplificação do processo de emissão do certificado digital aprovadao pela ICP-Brasil, traz um desafio de adaptação para esse mercado.

06/01/2020

Nos últimos anos novas tecnologias aplicadas em sistemas de identificação e em identidade digital tem demonstrado seu potencial, oferecendo maior facilidade de uso e modelos econômicos mais acessíveis

Por Igor Rocha

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Igor Rocha – Pioneiro no mercado de certificado digital e consultor independente. 

O Brasil, que conta com uma infraestrutura robusta de identidade digital estabelecida pela ICP-Brasil, tem buscado um alinhamento com essas tecnologias. Iniciativas neste sentido já demostraram sua contribuição no aprimoramento do sistema nacional de certificação digital.

A implementação da biometria no processo de emissão do certificado digital aumentou a proteção contra fraudes e, mais recentemente, serviu de base para viabilizar a renovação dos certificados digitais por meios totalmente eletrônicos, dispensando a presença física do usuário.

A computação em nuvem viabilizou os certificados digitais remotos, oferecendo uma alternativa às mídias físicas (tokens e smartcards), proporcionando maior facilidade de uso e conveniência para os usuários.

A tecnologia móvel permitiu embarcar certificados digitais em smartphones bem como o uso de smartphones como chave de acesso para certificados armazenados em nuvem, abrindo espaço para a aplicação da certificação digital em dispositivos móveis.

Há ainda muito espaço para extrair benefícios destas tecnologias. A biometria associada a serviços de validação de identidade pode reduzir a dependência de documentos físicos. A infraestrutura em nuvem pode ser uma alternativa aos datacenters, reduzindo custos de implementação dos sistemas. Os smartphones podem contar com APP’s de identificação e assinatura digital e facilitar a integração com outras soluções. Isso para citar algumas possibilidades dentre muitas.

Adicionalmente, outras tecnologias estão sendo discutidas e avaliadas. Uma delas é o blockchain, que conta com um modelo bastante abrangente para sistemas de identificação, introduzindo um conceito de credencial digital que incorpora certificado digital, certificado de atributo e carimbo de tempo em uma mesma plataforma.

Os players do mercado de certificação digital já desenvolveram algum conhecimento em biometria, computação em nuvem e dispositivos móveis e levam certa vantagem com o blockchain, cuja a base técnica é a criptografia, o que favorece quem já atua no mercado.

Entretanto, a história mostra que este favorecimento não assegura a prosperidade dos players existentes. É preciso entender os novos modelos de negócio que surgem com a adoção dessas novas tecnologias e a forma com que elas são combinadas.

O cenário tecnológico para sistemas de identidade (ou identificação) digital é bastante favorável. O momento é muito mais de oportunidades do que de riscos, como destaquei em meu artigo anterior aqui na CryptoID. E uma parte dos players da ICP-Brasil está em uma posição favorável para aproveitar o que está por vir.

Como ocorre em outros mercados e com outras tecnologias, teremos players que buscarão as novas competências necessárias para adequar-se à evolução tecnológica e eventualmente participar ou mesmo liderar este processo. E também aqueles que permanecerão mais reativos, ocupando posições secundárias nos novos arranjos de negócio, à medida que eles surgem.

O mercado tem enorme potencial para crescer e crescerá. Cabe a cada um fazer a sua avaliação e assumir uma posição.

Igor Rocha – Pioneiro no mercado de certificado digital e consultor independente.

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